VERIFICAÇÃO DE SEGURANÇA GUIADA
Fique parado um momento, ande cinquenta metros, pronto. O que estava lá no início e continua lá no fim é comunicado. Três passos, sem conhecimentos técnicos.
Encontra rastreadores Bluetooth que o seguem — e câmaras escondidas.
Quem é seguido costuma dar por isso demasiado tarde. Um AirTag na mochila, um SmartTag debaixo do banco do carro, uma câmara num apartamento alugado — tudo isso emite, e é precisamente isso que o torna localizável.
O trackersAnywhere vasculha o ambiente à procura de dispositivos de localização e comunica o que o segue. Sem conta, sem publicidade, sem servidor: tudo fica no seu telemóvel.
Em breve no Google Play
Em 24 idiomas, para Android 8 e posterior. Companheiro Wear OS opcional.
A aplicação abre com a situação em que estás: Estão a seguir-me? Vai um localizador comigo? Há algo no meu carro? Há câmaras aqui? Onde está exatamente? Recebi um aviso — e agora? Por trás de cada pergunta as ferramentas seguem pela ordem em que valem alguma coisa, e no fim há um único veredicto em vez de cinco listas separadas. A lista completa de dispositivos fica a um toque, no topo do ecrã.
Fique parado um momento, ande cinquenta metros, pronto. O que estava lá no início e continua lá no fim é comunicado. Três passos, sem conhecimentos técnicos.
No carro é a distância que decide: num semáforo ouvem-se uma dúzia de emissores, um quilómetro adiante nenhum deles. Quem, ao fim de quilómetros e minutos, continua a viajar consigo — com sinal forte e estável — vai no mesmo veículo.
Procurar um único aparelho: medidor de sinal, som de «mais quente / mais frio», planta com rumo. Muitas etiquetas podem ser postas a tocar diretamente assim que estão separadas do dono.
Verificação ótica de câmaras (LED infravermelhos e reflexos da lente), varrimento com magnetómetro à procura de eletrónica escondida, detetor de ultrassons para tons inaudíveis, pesquisa por Wi-Fi Direct e — após consentimento expresso — uma pesquisa de dispositivos na Wi-Fi local. A procura usa três procedimentos; a pedido, também câmaras silenciosas.
Três graus de certeza: «reconhecido com segurança» significa que o aparelho se declara a si próprio acessório de localização. «Confirmado» significa assinatura conhecida. «Indício» significa suspeita, não prova. O que a aplicação não consegue encontrar, também o diz: os rastreadores GPS com cartão SIM emitem pela rede móvel e permanecem invisíveis, tal como as câmaras com fios e tudo o que esteja desligado nesse momento. Um visto verde significa «não foi encontrado nada que emita» — não «limpo».
O histórico recorda durante sete dias o que o acompanhou em vários locais e avisa assim que disso resulte um padrão. Relatório, CSV, PDF com imagem de mapa — apresentável ao apresentar queixa, com fuso horário em cada marca temporal. Um bloqueio biométrico esconde o conteúdo de quem pegue no seu telemóvel.
Sem conta, sem publicidade, sem análise. Nada é enviado, nem sequer para uma cópia de segurança na nuvem. O acesso à rede é usado unicamente pela pesquisa na Wi-Fi local, e essa está desligada até que a ligue.
Os aparelhos anunciam-se numa rede local de várias formas, e cada uma encontra coisas diferentes: mDNS é o mundo Apple e tudo o que se lhe agarrou; WS-Discovery é o caminho que a ONVIF impõe às câmaras de vigilância; SSDP é a sala — televisores, routers, armazenamento em rede, campainhas. Uma câmara ONVIF normalmente não se anuncia por mDNS. Por isso a aplicação usa as três e mostra, em cada achado, por que caminho chegou.
Mas quem esconde uma câmara desliga a sua tagarelice em vez de a ligar. Por isso, com um toque expresso num botão, a aplicação pode procurar também aparelhos que se calam: abre brevemente uma ligação a cada endereço da mesma rede e vê se alguém atende numa porta típica de câmaras. Nada é enviado além da própria tentativa de ligação — e qualquer aparelho na rede a pode ver. É por isso que isto nunca corre sozinho.
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